O segundo ciclo do levantamento rápido de índices de Aedes aegypti identificou situação de alerta ou risco em 49,2% dos 3.732 municípios que enviaram informações. Os dados foram coletados entre maio e agosto e divulgados pelo Ministério da Saúde.
O resultado convive com uma redução de aproximadamente 70% nos casos prováveis de dengue em relação ao mesmo período de 2025. Até 26 de setembro, o país havia contabilizado 470,5 mil registros. Chikungunya e zika também apresentaram queda.
Vasos, garrafas e pequenos recipientes domésticos concentraram a maior parcela dos criadouros identificados. Reservatórios de água, pneus e resíduos também apareceram no levantamento. A pasta reforçou a necessidade de eliminar água acumulada e de manter a vigilância, utilizando o mapeamento para direcionar as ações locais.
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